A digitalização não é uma opção para as empresas e sim uma obrigação. Essa percepção decorre dos dados extraídos da pesquisa de 2018 “IT Transformation Maturity Curve” realizada pela ESG (Enterprise Strategy Group) para executivos de todo o mundo. Segundo a pesquisa, 96% das empresas estão imersas em algum tipo de processo de transformação digital. Da mesma forma, 81% dos pesquisados consideram que as empresas que não se digitalizarem deixarão de ser competitivas.

Em termos de investimento, a consultoria International Data Corporation (IDC) previu que em 2022 os gastos globais para transformação digital serão de quase U$ 2 trilhões. No entanto, para ser uma mudança estratégica de sucesso, as corporações precisam que os líderes, funcionários de diversas áreas e a equipe de TI tenham uma mentalidade colaborativa para compreender os gaps e oportunidades.

Trabalhando apenas 4 dias por semana

 

Um exemplo de um processo de transformação digital colaborativa foi no escritório da Microsoft no Japão. Lá foi realizado um experimento em que a jornada de trabalho fosse de quatro dias e as reuniões tivessem duração máxima de meia hora, incentivando que os trabalhadores se comunicassem remotamente. Isso aumentou a produtividade em 40% e diminuiu as despesas com impressões em 58,7% e de eletricidade em 23%.

Como ter cultura colaborativa com a transformação digital?

Promova a integração: para que o time não sofra tanto com a nova dinâmica de integração de ferramentas tecnológicas, é importante encontrar uma forma de integrar as áreas e os profissionais. Faça reuniões em que todos possam expor como suas demandas podem ser otimizadas. Desta forma, dois setores que parecem distintos, como RH e TI, podem encontrar um meio para andar de mãos dadas.

Definir o verdadeiro foco: atualmente existem milhares de aplicativos e devices tecnológicos. Importante é saber não implementar uma tecnologia apenas pelo hype dela e sim pelo objetivo determinado. A tecnologia deve ser utilizada como uma ferramenta para melhorar a qualidade, produtividade e eficiência dos colaboradores. Diminuindo, por exemplo, o tempo de procura de uma estação de trabalho em escritórios flexíveis, oferecendo aplicativos e hardwares de reserva, simples, visuais e user friendly.

Ferramentas específicas: esqueça as plataformas tecnológicas genéricas e os testes com Inteligência Artificial. Cada vez mais os profissionais utilizam programas que impulsionam melhorias especializadas nos negócios e que promovem a transparência e a empatia com os clientes.

Foco na operação: enquanto muitas organizações estão preocupadas em ter a melhor tecnologia do mercado, o melhor é ter em mente se as mudanças estão auxiliando na operação. Otimizar o tempo daqueles que trabalham neste setor é primordial para ter consumidores satisfeitos e aumentar a produtividade.

Gestão do workplace

Para auxiliar na transformação digital da empresa e fazer com que os colaboradores deixem de ter rotinas robotizadas para dar espaço para a criatividade, a Wiser XP oferece ao mercado duas tecnologias voltadas para a gestão de espaço corporativo.

O primeiro software tem funcionalidade contínua para reservas de salas de reunião, catering, vídeo conferência, fornecendo uma visão clara das reservas e disponibilidade. Quando a reunião muda, tudo é atualizado em um processo rápido, mantendo todos informados.

O segundo fornece ferramentas e dados para implementar e gerenciar estações de trabalho compartilhadas e rotativas, além de ajudar na localização e reserva de mesas que atendam às suas necessidades.

Gostou do post? Como sua empresa passou por esse processo? Deixe seu comentário e compartilhe com a gente algumas de suas estratégias.